O sonho de um dia de verão

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O sonho acabou. Acordamos para à realidade. O previsível estava à nossa  frente, não enxergou quem não quis, ou gosta de viver de fantasias. Rememoremos alguns fatos:

a) Ricardo Teixeira coloca para comandar a seleção brasileira uma pessoa que nunca tinha exercido o comando de qualquer equipe de futebol. Nem nas categorias de base. Só se chega ao topo de qualquer atividade profissional depois de mostrar competência e currículo. Dunga não tinha essa bagagem. Então, a culpa não foi dele e sim de quem o colocou lá. Baseado no fracasso da copa anterior em que se alegava que faltara comprometimento com a seleção e que necessitaria de um comando forte, espírito de luta, raça e acima de tudo brasilidade. O perfil do Dunga se encaixava nesse contexto.
b) Com carta branca para realizar esse trabalho, vamos executa-lá: Convocação dos jogadores. Foram chamados 78 jogadores nesse período. Triagem, avaliações técnicas, comportamento, espírito de grupo, etc. O grupo foi escolhido. Ganharam a Copa América e a Copa das Confederações. Em cima desse êxito achava-se que o time estava completo e pronto para a batalha da Copa do Mundo. Não precisaria de mais ninguém. Esse foi o maior erro. Não tinha um plano B para alterar a forma de jogar. 8 jogadores no meio campo, 6 deles marcadores e somente 2 criativos ( Robinho e Kaká). Se por qualquer motivo não jogassem o time perdia sua força ofensiva. Isso foi fatal nas quartas de final contra a Holanda.

A partir do momento que tomou o primeiro gol começou o drama da seleção consumada com o segundo gol. Que seleção é essa, cuja média de idade é de 29anos, com jogadores participando de várias Copas que se apavora de uma hora prá outra? Não dá para acreditar. A verdade é que na hora de mostrar futebol faltou talento no setor de criação, principalmente porque o Kaká estava a meio pau nessa competição. Ficou provado que só grupo fechado não chega lá se não tiver algo mais para fazer a diferença. Pode ser que a partir de agora voltemos a praticar o verdadeiro futebol brasileiro, alegre, criativo e acima de tudo ofensivo, sepultando definitivamente a tática medrosa, fechada, a base de contra ataques, que uma característica do chamado time pequeno que não se impõe, pois não acredita no seu potencial. De cada momento ruim sempre se tira algo de proveitoso, esperemos que a lição tenha sido bem assimilada pelo os que comandam o nosso futebol. Resgatemos o prestigio do futebol brasileiro, haja vista que em 2014 a Copa será realizada em nosso país!

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